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segunda-feira, 9 de maio de 2016

Amendoim para perder peso


Seja para acompanhar a cerveja, seja no pé de moleque da festa junina, o amendoim é uma preferência nacional: 75% dos brasileiros costumam comer a leguminosa (sim, ele é um parente do feijão e da soja). Apesar de agradar tanto ao paladar verde-amarelo, 63% dos entrevistados desconhecem as propriedades nutricionais da semente e 12% acreditam que ela é constituída apenas de gordura e colesterol ruim.

Mas estudos comprovam: embora bastante calórico, o amendoim é um aliado da boa forma. Um de seus principais predicados é promover a sensação de barriga cheia. Ele precisa ser muito mastigado, o que ativa o centro cerebral que controla nossa saciedade e faz com que a fome demore mais para aparecer. Além disso, é fonte de fibras, que demoram mais tempo para ser digeridas, prolongando esse efeito. Se comermos 30 gramas de amendoim no lanche da tarde, ele garante uma saciedade de até duas horas, inibindo o consumo de opções até mais engordativas e provavelmente pouco nutritivas.

Além disso, o amendoim dá uma acelerada de 11% no metabolismo. Na prática, isso quer dizer que seu corpo gasta energia mais rápido, e isso está ligado diretamente ao emagrecimento. Mas, vale o alerta: é preciso ter autocontrole para não fugir da recomendação de 30 gramas diários, o equivalente a uma mão fechada. Do contrário, o auxílio vira sabotagem.

Evite, por exemplo, as versões industrializadas, aquelas coloridas e com cascas bonitas, pois elas são cheias de sódio. Essas pitadas a mais do ingrediente fazem o risco de doenças cardiovasculares, como a pressão alta, disparar. É importante também se atentar à quantidade. Para fugir das armadilhas, é só torrá-lo em casa. Compre o amendoim cru e asse 10 minutos no forno. Depois é só retirar a casca, que se solta com facilidade.

Atenção à mesa  

Nem todas as formas de consumo do amendoim freiam o ponteiro da balança. Conheça as mais populares e acerte na hora da compra:

Torrado. Ele preserva todos os nutrientes da leguminosa. 
Paçoca. Na versão tradicional, o açúcar vem em excesso. 
In natura. Liberado! Sua casca vermelha é nutritiva.
Pé de moleque. O caramelo é uma doce armadilha para a dieta. 
Japonês. O alto teor de sódio é seu ponto fraco.

Fonte: Abril Saúde


quarta-feira, 5 de agosto de 2015

O poder das nozes para reduzir o colesterol


Você tem o hábito de ingerir nozes regularmente ou é daqueles que só consome este alimento na época de Natal? Caso você seja do "segundo grupo", saiba que o hábito de comer nozes pode fazer bem para o coração e também combater a perda de memória provocada pela doença de Alzheimer.

Pesquisas feitas por cientistas americanos, mostram que comer uma pequena porção de nozes ajuda a diminuir o mau colesterol (LDL), reduzindo assim a possibilidade de ataques cardíacos. A noz é rica em proteína, gordura monoinsaturada e sais minerais como magnésio, cálcio e zinco, além de ser rica em fibras.

Este alimento também tem outro componente fundamental para a saúde: a vitamina E, um antioxidante natural que ajuda a combater os radicais livres e segundo estudos feitos também nos Estados Unidos e na Holanda, mostra que pessoas com mais de 65 anos, que consomem vitamina E com regularidade, tem menos propensão a desenvolver o Mal de Alzheimer, que provoca a perda progressiva da memória.

Os estudos revelam ainda que a vitamina E encontrada nas nozes, é a alfa-tocoferol, considerada o tipo desta vitamina que melhor é absorvido pelo organismo. E as nozes não são uma preocupação para quem está em busca de uma melhor forma física, pois uma pequena porção tem em torno de 160 calorias.

A quantidade de noz diária recomendável é de seis a dez nozes apenas. Para driblar a questão de peso, existe uma tática: dividir as porções de nozes ao longo do dia. 


Fonte: Saúde Plena

segunda-feira, 30 de junho de 2014

Os benefícios do pistache no controle do colesterol


Uma pesquisa feita pela Universidade do Estado da Pensilvânia, nos Estados Unidos, comprovou que o consumo diário dessa fruta oleaginosa mantém a saúde cardíaca em dia. O pistache possui a capacidade de reduzir o colesterol ruim (LDL) e combater os radicais livres devido ao seu poder antioxidante.

Assim como as demais oleaginosas, o pistache possui baixo índice glicêmico (velocidade com que o açúcar é absorvido pelo sangue), podendo ser consumido junto de pratos ricos em carboidratos. Em geral, essa associação pode ser inserida em dietas para portadores de diabetes, pois ela faz com que a digestão seja mais lenta e evita uma elevação repentina da glicemia.

O alimento pode ajudar no controle do peso, já que promove o efeito de saciedade. Comer uma fruta junto com uma porção de pistache, por exemplo, é uma excelente combinação, pois fornece proteínas, gorduras, carboidratos e fibras. Só é preciso ficar atento às quantidades para não exagerar nas calorias! O consumo diário deve ser pequeno, de 2 a 3 unidades sem sal ao dia.


Fonte: Viva Saúde

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Alimentos bons para a memória


Em uma alimentação balanceada e saudável há substâncias que podem ajudar a fortalecer a memória. Alimentos ricos e ômega 3 e vitamina D, como salmão, sardinha, anchova, atum, entre outros, podem proteger os neurônios contra os radicais livres, além de auxiliar em sua renovação.

Com o aumento do número de idosos, ou seja, o aumento da estimativa de vida, o número de doenças relacionadas à demência, inclusive o Alzheimer, aumentam. Por isso, com uma alimentação saudável e outros cuidados é possível retardar essa degeneração. Alimentos ricos em selênio, presentes nas oleaginosas (castanhas, nozes e amêndoas), são recomendados. Outra sugestão são as frutas vermelhas, as berries, que são antioxidantes.

Uma dieta rica em fósforo também ajuda no bom funcionamento do cérebro, uma vez que é um elemento encontrado na formação das células cerebrais. Um nível de consumo adequado desse elemento ajuda a manter as funções cerebrais. Entre os alimentos que contem fósforo posso citar leite e seus derivados, e legumes. Já a gema do ovo é rica em colina, um nutriente essencial que faz parte das vitaminas do complexo. Ele atua na comunicação dos neurônios. Entre outras fontes de colina podemos citar o fígado de galinha, vitela, mostarda e cereais integrais.

Os peixes também são essenciais para um bom funcionamento do cérebro. Eles melhoram a memória, a concentração e possuem ação anti-inflamatória. Protegem os neurônios contra os radicais livres e preservam as membranas dos neurônios, colaborando para a troca de informações entre eles. Os peixes são fontes de zinco e selênio que estimulam a atividade cerebral, impedindo, até, ondas de cansaço ao final do dia. Entre os mais ricos em zinco e selênio estão o salmão, sardinha, anchova, atum, arenque e cavala.

Já os alimentos vilões para a memória são os mais pesados e ricos em gorduras. Açúcares e alimentos com alto índice glicêmico (massas, batata...) elevam a produção de insulina e desencadeiam outras reações químicas que agridem as células cerebrais. Atenção ao consumo exagerado de carne, principalmente no churrasco, ou frita. Outro vilão é o álcool.





quarta-feira, 22 de maio de 2013

Conheça todos os benefícios das castanhas



Noz, avelã, castanha do Brasil, macadâmia, pistache, castanha de caju e amêndoa são apenas alguns dos exemplos de oleaginosas que temos no mercado. E provavelmente esta não é a primeira vez que você ouve dizer que as castanhas podem trazer uma série de benefícios para o organismo. Mas será que você conhece todas essas vantagens?

Embora algumas pessoas evitem o seu consumo regular por acreditar que são alimentos muito calóricos e ricos em gorduras, um estudo recente dos Estados Unidos aponta que os adultos não precisam restringir a ingestão das oleaginosas. Os pesquisadores revisaram 31 estudos anteriores e descobriram que as pessoas que consumiam castanhas regularmente ou que trocavam outros alimentos por castanhas perdiam mais peso e reduziam a circunferência abdominal.

Veja bons motivos para ter esses alimentos sempre por perto:

Ajuda na manutenção do peso

Na revisão de estudo realizada pelos pesquisadores, algumas pesquisas mostraram um pequeno aumento na massa total, mas a maioria delas identificou uma relação entre as castanhas e a manutenção do peso. Acredita-se que a explicação esteja no fato de que as oleaginosas são alimentos que saciam facilmente, mas, graças às fibras, são metabolizadas lentamente pelo organismo. Isso significa que as castanhas satisfazem mais do que outros alimentos com o mesmo valor calórico, mas possuem um valor nutritivo maior.

Controle do colesterol

Um estudo realizado em 2010 sugere que consumir uma noz por dia seja suficiente para manter o colesterol ruim em níveis baixos. A pesquisa descobriu que esse hábito resultou em uma redução de 7,4% no LDL (colesterol ruim) e cerca de 10% nos níveis de concentração de triglicérides.

Proteção do coração

De acordo com um estudo, amêndoas, avelãs, amendoins, castanhas do Brasil, nozes e castanhas de caju diminuem o risco de doenças do coração. As descobertas foram feitas em Harvard e mostram que as oleaginosas podem ajudar a diminuir o LDL (colesterol ruim), além de fornecerem uma dose de gorduras monoinsaturadas e poliinsaturadas – que são consideradas as gorduras do bem, que protegem o coração. Esses alimentos também são ricos em arginina, que é um aminoácido que se transforma em óxido nítrico dentro do organismo e ajuda a relaxar os vasos sanguíneos.

Fonte: Toda Ela