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segunda-feira, 11 de março de 2019

Hormônios importantes na atividade física


Nosso corpo é uma máquina. E para fazê-la funcionar plenamente é preciso que os hormônios estejam em equilíbrio. É impossível viver sem eles, pois são responsáveis, por exemplo, pelas mudanças fisiológicas que ocorrem na adolescência, ao transformar as crianças em adultos, regula a quantidade de substâncias como açúcar ou cálcio, evitando o excesso ou a falta delas em nosso organismo, além de controlar o humor, comportamento, o sistema reprodutor, sono, fome, saciedade e até o estresse.



Estas substâncias, produzidas pelo sistema endócrino, possuem funções diferentes para o funcionamento adequado do nosso organismo, sendo que alguns trabalham em conjunto. Caso dos hormônios que agem quando estimulados pela atividade física, permitindo que o praticante conquiste força física e mental durante sua execução. Alguns dos hormônios em destaque são: 

Hormônio do crescimento (GH): responsável por estimular diretamente na queima de gordura, além de ser um potente agente anabólico.

Adrenalina: ao ser liberada, prepara o corpo para os grandes esforços que os exercícios necessitam, acelera a queima de gordura e libera grande energia para os músculos que serão acionados.

Endorfina: aumenta a disposição física e mental, melhora a resistência imunológica, além de ser essencial para causar a sensação de prazer, melhorando a motivação e a performance durante o treino.

Insulina: a diminuição dos níveis de insulina é proporcional à intensidade do exercício, sendo que, em exercícios prolongados, ocorre um progressivo aumento na obtenção de energia.  Desta forma, o exercício torna-se importante por facilitar a captação de glicose e diminuir os níveis de insulina, sendo positivo para o indivíduo portador de diabetes.

Cortisol: funciona para preservar os estoques de carboidratos do corpo. Aumenta os combustíveis alternativos dos músculos, como os ácidos gordos e os aminoácidos (das reservas dos músculos e catabolismo de proteína), impede a entrada de glicose no músculo esquelético, e fornece os combustíveis (aminoácidos) para o fígado, para aumentar a produção de glicose.

Quando há déficit ou excesso de hormônios, o resultado pode ser queda na performance, no peso ou na composição corporal (massa muscular e gordura). Fique atento  e procure um especialista.



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