Nosso corpo é uma máquina. E para
fazê-la funcionar plenamente é preciso que os hormônios estejam em equilíbrio.
É impossível viver sem eles, pois são responsáveis, por exemplo, pelas mudanças
fisiológicas que ocorrem na adolescência, ao transformar as crianças em
adultos, regula a quantidade de substâncias como açúcar ou cálcio, evitando o
excesso ou a falta delas em nosso organismo, além de controlar o humor,
comportamento, o sistema reprodutor, sono, fome, saciedade e até o estresse.
Estas substâncias, produzidas
pelo sistema endócrino, possuem funções diferentes para o funcionamento
adequado do nosso organismo, sendo que alguns trabalham em conjunto. Caso dos
hormônios que agem quando estimulados pela atividade física, permitindo que o
praticante conquiste força física e mental durante sua execução. Alguns dos hormônios em destaque são:
Hormônio do crescimento (GH): responsável
por estimular diretamente na queima de gordura, além de ser um potente agente
anabólico.
Adrenalina: ao ser liberada,
prepara o corpo para os grandes esforços que os exercícios necessitam, acelera a
queima de gordura e libera grande energia para os músculos que serão acionados.
Endorfina: aumenta a disposição
física e mental, melhora a resistência imunológica, além de ser essencial para
causar a sensação de prazer, melhorando a motivação e a performance durante o
treino.
Insulina: a diminuição dos níveis
de insulina é proporcional à intensidade do exercício, sendo que, em exercícios
prolongados, ocorre um progressivo aumento na obtenção de energia. Desta forma, o exercício torna-se importante
por facilitar a captação de glicose e diminuir os níveis de insulina, sendo
positivo para o indivíduo portador de diabetes.
Cortisol: funciona para preservar
os estoques de carboidratos do corpo. Aumenta os combustíveis alternativos dos
músculos, como os ácidos gordos e os aminoácidos (das reservas dos músculos e
catabolismo de proteína), impede a entrada de glicose no músculo esquelético, e
fornece os combustíveis (aminoácidos) para o fígado, para aumentar a produção
de glicose.
Quando há déficit ou excesso de
hormônios, o resultado pode ser queda na performance, no peso ou na composição
corporal (massa muscular e gordura). Fique atento e procure um especialista.


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