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quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

Cuidado com os aperitivos de fim de ano!


Fim de ano, Natal, Ano Novo, é sempre um momento feliz e animado. E os petiscos, claro, não podem faltar. Eles são o toque especial da mesa, e fazem a qualquer um de nós salivar. Porém, do ponto de vista médico, as coisas não são bem assim.

O salame, amendoim e azeitona preta, itens adorados à mesa, têm alto teor calórico, e por isso precisa-se tomar cuidado na hora de montar o cardápio com estes mimos ao paladar. Confira abaixo os índices destes três alimentos:

Energia

Azeitona
194 cal
Salame
398 cal
Amendoim
606 cal
Lipídios

Azeitona
20,3g
Salame
3,6g
Amendoim
54g
Carboidratos

Azeitona
2,9g
Salame
5,5g
Amendoim
18,7g
Sódio

Azeitona
376mg
Salame
1567mg
Amendoim
1574mg
Proteínas

Azeitona
25,8g
Salame
22,5g
Amendoim
1,2g

Uma dos principais cuidados que devem ser dados é em relação ao salame que, mesmo saindo como o “campeão”, tem índices ruins nos Lipídios (gordura) e no Sódio, que devem ser ingeridos com cautela e moderação. Já o amendoim apresenta menor teor de sódio e boa quantidade de proteínas, além de possuir gordura monoinsaturada, ou seja, ajuda a controlar o colesterol ruim. A azeitona preta, por sua vez, tem alto teor de sal e pouca proteína, o que não contribui para saciedade.

Por fim, o truque é a moderação: escolha seu petisco favorito e consuma até 30g. Não exagere no beliscado e garanta sempre uma alimentação balanceada, que proporcione uma quantidade de calorias ideal para seu corpo e que respeite sua saúde. 



Fonte: Revista Saúde

segunda-feira, 9 de maio de 2016

Amendoim para perder peso


Seja para acompanhar a cerveja, seja no pé de moleque da festa junina, o amendoim é uma preferência nacional: 75% dos brasileiros costumam comer a leguminosa (sim, ele é um parente do feijão e da soja). Apesar de agradar tanto ao paladar verde-amarelo, 63% dos entrevistados desconhecem as propriedades nutricionais da semente e 12% acreditam que ela é constituída apenas de gordura e colesterol ruim.

Mas estudos comprovam: embora bastante calórico, o amendoim é um aliado da boa forma. Um de seus principais predicados é promover a sensação de barriga cheia. Ele precisa ser muito mastigado, o que ativa o centro cerebral que controla nossa saciedade e faz com que a fome demore mais para aparecer. Além disso, é fonte de fibras, que demoram mais tempo para ser digeridas, prolongando esse efeito. Se comermos 30 gramas de amendoim no lanche da tarde, ele garante uma saciedade de até duas horas, inibindo o consumo de opções até mais engordativas e provavelmente pouco nutritivas.

Além disso, o amendoim dá uma acelerada de 11% no metabolismo. Na prática, isso quer dizer que seu corpo gasta energia mais rápido, e isso está ligado diretamente ao emagrecimento. Mas, vale o alerta: é preciso ter autocontrole para não fugir da recomendação de 30 gramas diários, o equivalente a uma mão fechada. Do contrário, o auxílio vira sabotagem.

Evite, por exemplo, as versões industrializadas, aquelas coloridas e com cascas bonitas, pois elas são cheias de sódio. Essas pitadas a mais do ingrediente fazem o risco de doenças cardiovasculares, como a pressão alta, disparar. É importante também se atentar à quantidade. Para fugir das armadilhas, é só torrá-lo em casa. Compre o amendoim cru e asse 10 minutos no forno. Depois é só retirar a casca, que se solta com facilidade.

Atenção à mesa  

Nem todas as formas de consumo do amendoim freiam o ponteiro da balança. Conheça as mais populares e acerte na hora da compra:

Torrado. Ele preserva todos os nutrientes da leguminosa. 
Paçoca. Na versão tradicional, o açúcar vem em excesso. 
In natura. Liberado! Sua casca vermelha é nutritiva.
Pé de moleque. O caramelo é uma doce armadilha para a dieta. 
Japonês. O alto teor de sódio é seu ponto fraco.

Fonte: Abril Saúde


quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Os benefícios do óleo de amendoim


Quem está em plena batalha para entrar em forma costuma evitar ao máximo o consumo de gorduras. No entanto, se engana quem acredita que o ideal é riscá-la completamente do cardápio. Se usada de forma correta, a gordura faz bem à saúde, protege a pele e ainda ajuda a esculpir a silhueta. O segredo está na escolha. Depois do boom do azeite de oliva, a novidade é o óleo de amendoim — um alimento de alto valor nutritivo, muito apreciado na Europa.

As principais fontes nutritivas do óleo de amendoim são os ácidos graxos mono e poli-insaturados, as famosas gorduras do bem. De origem vegetal, elas ajudam a diminuir os níveis de LDL — o colesterol ruim —, principal inimigo do coração. Mas não é só para o coração que o alimento age como um bálsamo. Os ácidos graxos poli-insaturados, especialmente o ômega-6, têm papel fundamental na coagulação, prevenindo hemorragias, diminuindo a incidência de doenças neurológicas, protegendo a pele e ainda estimulando o sistema imunológico.

Com cor amarelo-clara, sabor e odor suaves, esse óleo não absorve o sabor dos alimentos, tampouco transfere seu gosto. Por isso, agrada aos paladares mais refinados e exigentes e é recomendado para as mais variadas receitas: saladas, cozidos, frituras. Outro destaque deste óleo de amendoim é a presença de vitamina E, nutriente com alto poder antioxidante que fortalece as células e combate o envelhecimento precoce. Essa vitamina favorece os processos anti-inflamatórios, a cicatrização e age na regeneração dos tecidos. O resultado é uma pele muito mais bonita

A recomendação é de que o consumo diário do óleo de amendoim seja de uma porção, que equivale a uma colher (sopa) ou 12 gramas. Essa quantidade contabiliza 108 calorias.


Fonte: Corpo a Corpo