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sexta-feira, 29 de abril de 2016

Coma carboidratos sem engordar


O carboidrato parece ser o grande vilão de quem deseja perder peso. Por isso, muita gente decide simplesmente cortá-lo da alimentação. Mas não é saudável excluir completamente esse nutriente da dieta, uma vez que ele é responsável por fornecer energia para o corpo. O seu consumo limitado pode levar a um estado metabólico chamado cetose, que causa dor de cabeça, fraqueza, desidratação, tontura, mau hálito e odor diferente na transpiração.

Ao cortar o carboidrato da alimentação, o corpo irá procurar outras fontes para fornecer energia, como a proteína ou a gordura. Dessa forma, haverá perda de massa magra, e não de gordura. Ou seja, perde-se músculos e ganha-se flacidez. Existem dois tipos básicos de carboidratos: o simples (refinados como pão francês, arroz e massa branca) e o complexo (integrais). O que muda entre eles não é o valor calórico, mas sim a qualidade. Os integrais dão maior sensação de saciedade e possuem fibras e vitaminas, sendo assim os mais indicados para quem quer emagrecer.

Uma alimentação equilibrada exige o consumo de carboidratos à noite para que o organismo possa funcionar bem. Se forem bem distribuídas ao longo do dia, as porções podem ser menores ou até cortadas nesse período, no caso das pessoas que desejam emagrecer.

À noite, o ideal é consumir carboidratos de baixo índice glicêmico, que não elevam rapidamente os níveis de açúcar no sangue, já que ao dormir ficamos um longo período em jejum. Como opções, invista no arroz sete cereais, quinua, pães, cereais e arroz integrais.

Para quem pratica exercícios, o carboidrato tem um papel ainda mais importante. O corredor deve sempre consumi-lo antes e após os treinos para garantir uma melhor performance. Nas atividades com mais de 1h de duração, é preciso ingerir géis durante a prática também. Confira as sugestões para melhorar o desempenho nas passadas:

Antes: prefira os carboidratos com baixo índice glicêmico, para não elevar a taxa de açúcar no sangue rapidamente durante a corrida. São boas opções: barrinhas de cereais, banana e pão integral com peito de peru.
Durante: consumir um sachê de carboidrato em gel a cada 30 ou 40 minutos de exercícios em treinos com mais de 1h de duração.
Depois: para ajudar na recuperação, é recomendado consumir carboidratos de rápida absorção como arroz, batata ou massas com molhos leves de tomates frescos e legumes.


Fonte: Vila Mulher

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

Alimentos para o bom humor


Não é a toa que as mulheres, em TPM, desejam um sorvete ou uma barrinha de chocolate mais que tudo. A serotonina, hormônio do “bom humor”, é uma substância encontrada principalmente no açúcar e no amido dos carboidratos que se relaciona com seu bem-estar. A ingestão de pães, cereais, frutas e vegetais com amido como batata e milho podem nos fazer sentir mais relaxados, calmos. Já alimentos ricos em proteínas como queijo cottage, iogurte e soja têm o efeito reverso: ficamos mais alertas e energizados. Sendo assim, a combinação de certos alimentos pode intensificar uma característica em um determinado dia. Que tal investir nos alimentos que, além de saudáveis, te ajudam a melhorar o humor?

Alta carga de estresse
Para relaxar e aliviar as tensões, comece pelos carboidratos, como pães, frutas e vegetais com amido, como batata e milho. Esses alimentos aumentam a produção da serotonina, que o deixa mais calmo e relaxado. O chocolate (amargo) ajuda na redução dos hormônios responsáveis por "enlouquecer" você.

Mau humor
Cara fechada por muito tempo pode ser um sinal da falta de ômega 3 na dieta. Há também outros peixes, como atum, arenque e sardinha, que melhoram o ânimo porque aumentam os níveis de serotonina, dopamina e noradrenalina, responsáveis pela sensação de bem-estar e, claro, do bom humor.

Tristeza sem motivo
Ausência de vitamina D pode realmente deixá-lo para baixo. Um dos papéis desse nutriente é trabalhar na produção de serotonina, o neurotransmissor que o faz se sentir bem.


Fonte: Viva Saúde

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

Carboidrato: fique de olho no seu índice glicêmico




Já ouviu falar em índice glicêmico? Ele mede a velocidade com que o nosso corpo absorve o carboidrato dos alimentos, alterando o nível de glicose no nosso sangue. Pessoas diabéticas, com histórico de diabete ou com tendência a engordar devem evitar alimentos com alto índice glicêmico. 



Os alimentos de baixo índice glicêmico (ou também conhecidos como carboidratos complexos) são farinha de trigo integral, aveia, soja, legumes, frutas e vegetais; no lugar de açúcar refinado, arroz e farinhas brancas. 



Uma dieta baseada nos alimentos de baixo IG, em geral, a dieta inclui apenas alimentos integrais, pobres em gordura e ricos em fibras. Os benefícios desses alimentos consistem não apenas na baixa digestão de carboidratos, mas também reduzem o acúmulo de gordura localizada, assim como os riscos de problemas cardíacos, hipertensão, obesidade etc.



Investir em uma dieta pobre em carboidratos complexos (e rica em saúde), além de beneficiar sua saúde, ajuda a emagrecer, representando uma reeducação alimentar equilibrada.




Fonte: Revista Viva Saúde; Dieta e Boa Forma (Uol)


segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Minha opinião sobre a dieta sem glúten


Quando digitamos o verbo “emagrecer” na busca do Google, sabe quantos resultados aparecem? Mais de 5 milhões. Sem contar todas as suas variações, como a palavra “emagrecimento” ou frases como “emagreci comendo”. Esta procura por métodos milagrosos para perder peso é incessante e a última novidade é a Dieta Isenta de Glúten que consiste em, como o nome já diz, retirar totalmente o glúten da alimentação.

Então, isso funciona?

A princípio, o único problema que realmente exige a restrição do glúten é a doença celíaca, causada por uma proteína encontrada no trigo. Não há nenhuma garantia de que ao cortar o glúten, há uma perda de peso, mas se minimizamos o seu consumo, presente em muitas fontes de carboidratos, haverá redução de colorias e, consequentemente, de peso. No entanto, estudos ainda não comprovam a validade dessa dieta; e por mais que, a princípio, não apresente nenhum risco, é necessária a avaliação e acompanhamento de um profissional, e manter um plano alimentar balanceado.


Para quem deseja seguir a dieta, e nunca teve problemas com o consumo de glúten, o fundamental para a manutenção da saúde é ter uma dieta balanceada através da ingestão de nutrientes. Pode-se fazer uma retirada por um determinado período e depois reintroduzir na dieta. Enfim, a avaliação profissional para os objetivos, ou possíveis sintomas, é fundamental para o consumo ou corte do glúten.