Feita a partir da casca do
maracujá, esta farinha foi originariamente lançada no mercado com o objetivo de
auxiliar no tratamento da diabetes, mas aos poucos ela mostrou que também
impede o corpo de absorver toda a gordura consumida. a substância responsável é
a pectina, encontrada em grande quantidade na casca branca da fruta.
A farinha de maracujá reduz a
glicemia, devido à ação da fibra pectina. Além disso, diminui a absorção de
carboidratos, o que previne a hiperglicemia. Hoje estudos mostram que a fibra
presente atua também na diminuição da fome.
No estômago, a pectina forma um
gel que não é digerido, provocando sensação de saciedade e levando a
menor ingestão de alimentos na próxima refeição. Além disso, essa
fibra ajuda a eliminar as toxinas do organismo, e contribui para a redução
da absorção de gordura. Para obter bons resultados, é importante consumir pelo
menos dois litros de água por dia.
A ingestão diária ideal é de três
colheres de sopa da farinha por dia, uma antes de cada refeição principal. Ela
também pode ser misturada na comida, sucos e iogurtes. Além de possuir baixo
índice calórico (uma colher de sopa de 10 g contém 47 kcal), a farinha de
maracujá é fonte de vitaminas e minerais:
Niacina (vitamina B3): importante na produção de hormônios,
melhora a ansiedade, ajuda no crescimento das crianças e protege as paredes do
estômago.
Ferro: mineral importante e fundamental para o sangue, previne
anemia.
Cálcio: mineral importante para o trabalho muscular que, além
de prevenir a osteoporose, fortalece ossos e dentes.
Fósforo: fundamental para a saúde dos ossos, além de melhorar
a memória, a oxigenação das células e a circulação.
Fonte: Bolsa de Mulher

