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segunda-feira, 21 de setembro de 2015

Os 5 alimentos mais saudáveis do mundo


Colocar na mesa alimentos livres de agrotóxicos e cheios de nutrientes é regra básica para quem não quer descuidar da saúde. E, com a ajuda de pesquisas especializadas, a lista de alimentos que ajudam nesse processo se atualiza a cada dia. Uma das mais recentes foi divulgada pelo site americano Huffington Post: uma listinha com os cinco alimentos considerados mais saudáveis do mundo. São eles: pimenta preta, manjericão, pimenta chili, arroz preto e damasco.

Confira os benefícios de cada alimento e dicas de como incluí-los na dieta:

Pimenta preta: além de fibras, possui ação antioxidante e ajuda quem sofre de excesso de gases. Por potencializar a liberação de ácido clorídrico, acelera a digestão. A pimenta não possui contraindicação, mas não é recomendado ultrapassar a quantidade diária de duas colheres de sopa. Para consumi-la, adicione algumas pitadinhas na comida.

Manjericão: este tempero é rico em ferro, cálcio, vitamina C e potássio. Possui também flavonóides (orientina e vicenina) capazes de proteger as estruturas celulares e os cromossomas contra a radiação e danos relacionados com radicais livres. E por conter óleos voláteis (estragol, linalol, cineol, eugenol, sabineno, mirceno e limoneno), o manjericão também restringe a formação de bactérias indesejáveis. Ele é também uma boa fonte de betacaroteno, um antioxidante que protege as células epiteliais contra danos causados pelos radicais livres. E traz na composição o magnésio, que atua na melhora do fluxo sanguíneo, diminuindo o risco de arritmias cardíacas e de espasmos do músculo cardíaco ou dos vasos sanguíneos. O tempero não possui contraindicação e pode ser consumido tanto "in natura" como cozido.

Pimenta chili: para quem não sabe, essa pimenta possui três vezes mais vitamina C do que a laranja. A capsaicina, um dos principais compostos da pimenta e que causa o sabor picante, reduz o apetite e aumenta o gasto calórico. Seis gramas queimam cerca de 45 calorias. A pimenta também contém vitaminas A, B e C, magnésio, ferro e aminoácido. Sem contar que o ácido fólico e o betacaroteno presentes no alimento têm ação antioxidante. O consumo favorece quem tem enxaqueca, pois provoca a liberação de endorfina, analgésico natural que provoca sensação de bem-estar. Quanto mais ardida a pimenta, mais endorfina é produzida. Mas cuidado com o excesso, pois pode causar irritação ao trato gastrointestinal. O ideal é não ultrapassar uma colher de sopa por dia.

Arroz preto: o grão é rico em proteínas, ferro, vitamina E, C e Complexo B, além de possuir antocianina, pigmento antioxidante que causa a coloração escura. Pelo fato de apresentar mais fibras que o integral convencional, melhora o funcionamento intestinal, diminui a absorção de gordura e colesterol e causa maior saciedade que o arroz parboilizado. Em farelos, esse grão pode ser adicionado a vitaminas ou leite. Como todos os alimentos ricos em fibras, o excesso pode atrapalhar a absorção de vitaminas e minerais. Portanto, não ultrapasse a quantidade de três colheres de sopa por dia.

Damasco: a fruta possui betacaroteno, que melhora a imunidade e evita danos à visão. É também rica em cálcio, potássio, magnésio, ferro e vitaminas B1, B5 e C. Com poderes laxantes e diuréticos, é indicado para pessoas com prisão de ventre e retenção de líquidos. O damasco não possui contraindicações, mas não abuse da fruta desidratada, pois possui bastante calorias. Ao mesmo tempo, o desidratado é mais concentrado. Assim, consuma apenas 100g para o lanche da tarde.


Fonte: Cyberdiet

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Trocas saudáveis!


Um estudo na Espanha comprovou, após analisar 772 pessoas suscetíveis a infartos, que uma dieta rica em fibras elimina o excesso de LDL, a versão ruim da gordura, afastando perigos como doenças cardiovasculares. Já nos Estados Unidos, pesquisadores provaram que peixes, nozes e castanhas garantem proteção, pois ajudam a controlar as do colesterol LDL no sangue. Por que, então, não inserir esses alimentos ao cardápio? O truque é trocar itens menos saudáveis por outros que ajudam a diminuir o colesterol. E o melhor: sem deixar o prazer à mesa de lado. Confira abaixo!

Pão francês por integral - A massa integral é super rica em fibras. Esse ingrediente serve de alimento a bactérias aliadas que moram no intestino. Bem nutridas, algumas delas fabricam mais propionato, uma substância que, ao chegar ao fígado, diminui a produção de colesterol. Assim, cai também a quantidade da gordura LDL no sangue. 

Óleo de soja e outros por azeite - O ganho dessa troca vem da combinação entre gorduras benéficas e antioxidantes que estão no óleo de oliva. Uma de suas vantagens é fornecer doses generosas de ácidos graxos monoinsaturados, que não aumentam os níveis de LDL e ainda ajudam a aumentar as taxas de HDL, o colesterol bom. Além disso, os compostos fenólicos do azeite evitam a oxidação do colesterol, fenômeno que causa a formação das placas. 

Biscoitos salgados por castanhas – Os salgadinhos ou biscoitos recheados costumam contar com gordura trans em sua receita. Ela não só faz aumentar o LDL como ainda contribui para derrubar o HDL. Mais saudável é apostar nas castanhas e nas nozes, que são legítimos depósitos da gordura monoinsaturada, que faz exatamente o trabalho oposto. As oleaginosas ainda são fontes de antioxidantes.

Molho branco pelo de tomate – O que contribui para um macarrão cheio de colesterol é o molho sempre. O branco é bem calórico. Em 2 colheres de sopa encontramos 4,5 gramas de gordura. Como o preparo exige creme de leite e queijo, o prato fica cheio de ácidos graxos saturados. Uma bela macarronada ao sugo não guarda esse perigo. Nas mesmas 2 colheres de sopa, há somente 0,1 grama de gordura. Apenas procure usar o molho de tomate feito em casa e evitar a manteiga no momento de refogá-lo. E, se possível, opte pela massa integral.

Sal por ervas e alho - Está aí uma boa maneira de preservar a saúde sem deixar a comida sem gosto: em vez de exagerar no sal, ingrediente que causa hipertensão, use as ervas aromáticas, além de alho. Ele tem compostos capazes de controlar o colesterol. E ervas como o orégano e o alecrim são ótimas contra a oxidação do LDL, que o torna ainda pior para as artérias. Mas evite colocar os temperos em temperaturas elevadas. Procure acrescentá-los nos minutos finais do cozimento. 


Fonte: M de Mulher