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segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Evite os alimentos que aumentam o volume da barriga


A origem de uma barriga saliente tem diversas causas, como herança genética, alteração hormonal, retenção de líquido, excesso de peso e até má postura. Uma conjunção inadequada de alimentos também pode levar à distensão abdominal. Fuja dos que podem formar gases, como feijão, frituras, pães, enlatados, comida gordurosa e com excesso de sal. Conheça os alimentos proibidos da barriga sequinha:

Pão branco e massas

Feitos com a farinha refinada, fornecem um carboidrato que leva à fermentação e produção de gases, provocando a distensão abdominal. Procure consumir pães e massas integrais, ricos em fibras.

Açúcar

A sacarose propicia o desequilíbrio da flora intestinal, fazendo que as bactérias benéficas diminuam e as prejudiciais proliferem, podendo levar à distensão. O excesso de açúcar também se transforma em energia de reserva e aumenta a quantidade de gordura abdominal. Controle o uso indiscriminado dele e, aos poucos, descubra como os alimentos têm um sabor natural agradável ou faça uso de adoçante à base de aspartame.

Bebida alcoólica

Aumenta a permeabilidade da mucosa do intestino, provocando o desequilíbrio da flora intestinal, o que pode levar ao aumento do volume abdominal.

Refrigerante

A quantidade de gás e açúcar ajuda a estufar a barriga. Prefira sucos de frutas naturais.

Feijão

Alguns carboidratos presentes no grão escapam da digestão e são metabolizados pelas bactérias presentes na parte baixa do trato digestório, podendo causar gases e flatulência. Mas eliminar totalmente o alimento da dieta não é uma boa opção, devido ao seu grande valor nutricional. Portanto, consuma moderadamente.

Repolho e Couve-flor

Esses vegetais são da família das brássicas, na qual estão presentes compostos sulfurados capazes de aumentar a produção de gases.

Laticínios

Para quem tem intolerância à lactose, o consumo pode gerar flatulência e diarreia. Escolha leite de cereais à base de quinoa e arroz; leite de sementes como gergelim e girassol; e de oleaginosas à base de amêndoas, castanha-do-pará e extrato de soja.

Produtos industrializados

Biscoito, refrigerante, macarrão pronto e embutidos contêm substâncias químicas capazes de sobrecarregar o fígado e a vesícula. Isso aumenta as chances de armazenar gordura, principalmente no abdome, pois nesta região temos mais receptores de insulina (que dão o comando para este armazenamento indesejado). Opte por frutas e alimentos naturais, integrais, sem corantes ou conservantes.


Fonte: Corpo a Corpo

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Diminua a barriga com o azeite



Basta um fio dourado do óleo da oliva para que aquela torrada dura e seca ganhe textura macia e sabor especial. Uma outra transformação ocorre no seu organismo, mais precisamente no abdômen, quando você consome o azeite: ele impede o depósito de gordura bem ali, na linha da cintura. Parece um contra-senso, já que o alimento é dos mais calóricos e cada grama oferece cerca de 9 calorias. Mas a descoberta é séria: o consumo das azeitonas evita mesmo a barriga indesejada.

Quem assina embaixo são cientistas de diversas universidades européias. Juntos eles observaram que esse bom hábito diminuiu os depósitos de banha no abdômen. Diga-se: o ideal seria que você consumisse duas colheres de sopa por dia do ingrediente para obter seus benefícios.

No fundo, o mérito é todo da gordura monoinsaturada, que predomina no azeite. Se ela já era festejada por varrer o colesterol ruim das artérias, agora os médicos têm ainda mais motivo para cobri-la de elogios. Isso porque estão empenhados em acabar com as barrigas avantajadas e não tem nada a ver com questões de beleza. A gordura visceral, justamente aquela da cintura, produz substâncias que dificultam a ação da insulina, o hormônio produzido pelo pâncreas que ajuda a glicose a entrar nas células.

Ou seja, barriga grande pode levar ao diabete do tipo 2. O diabete, ao lado da pressão alta, do colesterol, dos triglicérides alterados e, de novo, da tal barriga, é o componente básico de um mal que mata a síndrome metabólica. O azeite, no entanto, ajuda a quebrar esse círculo. Uma vantagem de consumir azeite é que a gordura monoinsaturada vinda da oliva ocupa o espaço das temidas trans, presentes nas margarinas, e das saturadas, que estão nas carnes vermelhas. Enquanto a gordura monoinsaturada (azeite) faz as taxas do mau colesterol despencarem, a margarina e a gordura da carne têm relação com a subida do LDL (o colesterol ruim).

Fonte: Abril Saúde