Ele faz franzir a testa e provoca
cara feia, mesmo quando está somente na imaginação. Encarar o amargo do jiló,
porém, faz bem ao coração, combate o mau hálito e ainda ajuda a perder peso.
Embora pertença a mesma família
que o pimentão e a berinjela, o jiló é um fruto, e não legume, como seus
primos. É concentrado em vitaminas A, do complexo B e C. Contem minerais,
cálcio, ferro e magnésio, mas seu potencial reverenciado é no combate ao
colesterol e à halitose.
Na dieta, ele ajuda a combater a
vontade de comer, sensação quase incontrolável nos mais ansiosos. O valor
calórico baixo, 40 calorias em 100 gramas, permite que o jiló seja consumido
sem pesar na consciência. Com uma grande quantidade de água na composição, é um
aliado do regime, pois promove saciedade.
Entretanto, para ter resultados
na balança e na saúde, ele deve ser incorporado à dieta. O gosto amargo precisa
fazer parte da refeição ao menos uma vez por semana. Os benefícios desses
alimentos só serão sentidos quando ingeridos com frequência. Não vale comer
apenas esporadicamente. Uma ou duas vezes por semana é o ideal.
Para quem gostou do valor
agregado, mas não consegue desfazer a careta, triturar e fazer dele uma farofa
é uma boa alternativa para consumi-lo sem dor. Duas colheres de sopa por semana
já são suficientes para garantir seus benefícios. Refogá-lo no azeite também
deixa o alimento fácil de comer. Para quem prefere comer o fruto, cortar o jiló
em quatro partes e deixá-lo de molho na água com sal por 15 minutos ajuda a
reduzir o amargor.
Fonte: Ig


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