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quinta-feira, 6 de dezembro de 2018

Atitudes que prejudicam o emagrecimento


Começar a trilhar o caminho do emagrecimento não é tarefa fácil. Cada pessoa que toma esta decisão sabe o quanto é difícil traçar metas e alcançar o objetivo de perder peso.

E quando você já está na trajetória, mas não consegue emagrecer?

Saiba que alguns fatores podem prejudicar o emagrecimento e, além de atrapalhar, podem ainda prejudicar a saúde.  Confira alguns erros que devem  estar sabotando a perda de peso:


  • Pensar na balança: o peso registrado na balança não é o melhor parâmetro para avaliar a composição corporal. O ideal é uma avaliação física, que mostrará exatamente o percentual de gordura e de músculos.
  • Dietas restritivas: levam à redução do metabolismo. O corpo tende a querer compensar e acumular gordura.
  • Dormir mal: quando se dorme pouco, liberamos pouco hormônio leptina, que ajuda a regular a fome e a manter o metabolismo ativo. Durma de 7 a 8 horas por dia.
  • Estresse: afeta o equilíbrio da flora intestinal, responsável pela absorção de nutrientes.
  • Exercitar-se em jejum: prejudica a queima de gordura e facilita a perda de massa magra.
  • Pensar em comida: mude seus hábitos e planeje suas refeições para controlar as calorias e evitar os lanchinhos desnecessários.
  • Consumir apenas produtos light e diet: contém aditivos químicos, mais sódio e até mais gordura.

Reveja suas atitudes, se está de fato empenhado nesse ideal, pois emagrecer é mudar o estilo de vida. Pare e pense no que anda fazendo de errado para não conquistar o emagrecimento!


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quinta-feira, 22 de novembro de 2018

Estresse X Obesidade: conheça os riscos dessa combinação


Tem uma palavra que está na mira de especialistas e pesquisadores ao redor do mundo: estresse. A preocupação tem uma explicação: este mal traz muitos problemas à saúde, tanto mental quanto físico. Um deles é a obesidade, doença que, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), já atinge 20% das pessoas adultas no Brasil. Infelizmente, o estresse é uma das principais causas do sobrepeso. Isso porque, quando estamos muito estressados, tendemos a secretar uma alta quantidade de cortisol, um hormônio que possui uma poderosa ação anti-inflamatória no corpo, além de desempenhar um papel importante no sistema imunológico e na regulação da glicemia. Conhecido como o hormônio do estresse, o cortisol envia uma mensagem para cada célula do corpo avisando que precisamos de energia imediatamente ao passar por situações consideradas estressantes, como dificuldades no relacionamento, situação financeira, trabalho, saúde e peso.


Os altos níveis de cortisol na corrente sanguínea podem levar à perda de massa muscular pela sua degradação. Portanto, quanto menos massa muscular, menos calorias diárias são necessárias. Consequentemente, fica mais lento o metabolismo e mais lenta a queima de gordura, promovendo o sobrepeso e obesidade.


Para diagnosticar se o paciente este sob o domínio do estresse, é necessário exames laboratoriais e identificação de alguns sinais e sintomas. Alguns deles são: necessidade de café ou outras bebidas estimulantes; fadiga crônica, mesmo após uma noite inteira de sono; perda de resiliência emocional; falta de foco e clareza mental; maior apetite no período da noite; dificuldade para emagrecer mesmo fazendo dieta e praticando exercícios físicos; e, no caso das mulheres, irregularidade menstrual e até infertilidade.

A obesidade ocasionada pelo estresse pode ser evitada com medidas simples, como observar atentamente aos primeiros sinais como: aumento da gordura ao redor do abdômen e na parte de trás dos braços e nas costas. Além das gordurinhas indesejadas, esse processo pode comprometer a saúde, sendo um fator de risco para muitas condições de saúde, incluindo doenças cardíacas, hipertensão arterial e diabetes tipo 2.

Ao perceber estes sintomas, procure um especialista, além de começar a aderir estratégias de defesa para não cair na tentação de comer por causa da pressão. Incorpore práticas relaxantes como caminhada ao ar livre; tenha uma alimentação mais natural e nutritiva, realize atividades com controle da respiração, como meditação e ioga, dentre outras ações. Dessa maneira, o corpo vai inibir a liberação do cortisol e assim poderá controlar a vontade de comer e evitar a obesidade devido ao estresse.


quarta-feira, 17 de outubro de 2018

Implante hormonal x emagrecimento


A princípio parece irresistível: elimina a menstruação, assim como seus incômodos (as terríveis cólicas, o inchaço e a TPM), diminui a celulite, aumenta a libido, disposição, e a força muscular para treinar e emagrece. Mas será que o implante hormonal, conhecido popularmente como ‘chip da beleza’, de fato, é uma ferramenta eficaz para a perda de peso? Para começar, o dispositivo não tem esta finalidade. Ele foi desenvolvido para contracepção e acabar com os desconfortos do ciclo menstrual. Contudo, seu efeito colateral é que fez sucesso, no caso, a redução de medidas e os benefícios estéticos.




Com esse chamariz, fica impossível para quem deseja emagrecer e obter vantagens estéticas não se render aos encantos do implante hormonal. Porém, os hormônios não devem ser prescritos para estes fins, já que pode trazer, ao invés de benefícios, uma série de riscos à saúde da mulher. Os dispositivos hormonais podem conter um esteroide chamado gestrinona ou progestagênio (molécula que imita a progesterona), bem como doses de testosterona que, quando mal administrados, podem causar efeitos adversos como aumento da oleosidade cutânea e surgimento de acne; queda capilar; surgimento de pelos em locais indesejáveis, engrossamento da voz, crescimento do clitóris, irritabilidade e até infertilidade.



Ou seja, o chip da beleza, termo erroneamente divulgado, é atraente, mas não pode ser visto como uma solução para melhorar a silhueta. Ele deve ser prescrito por um especialista que irá formular, de forma individual, os hormônios de acordo com as necessidades de cada paciente, pensando na sua melhora dos sintomas da TPM, em alguns casos de endometriose ou àquelas mulheres que buscam diminuir ou interromper o ciclo menstrual.

A praticidade também atrai, já que o implante é colocado sob a pele e possui um tempo longo para sua troca, algo em torno de 6 meses. Os hormônios utilizados têm sua dosagem liberada de forma gradual e constante, ideal para as mulheres que se esquecem de tomar os anticoncepcionais. Por mais que os implantes sejam atraentes, eles não são indicados para fins de emagrecimento. Para tal, é necessário ainda a velha, mas maravilhosa fórmula: alimentação balanceada, prática de exercícios físicos, uso de suplementos para potencializar os resultados (claro, prescritos por um especialista), além de muita disciplina e foco.