A Medicina Ortomolecular feita da maneira certa!

sexta-feira, 29 de abril de 2016

Coma carboidratos sem engordar


O carboidrato parece ser o grande vilão de quem deseja perder peso. Por isso, muita gente decide simplesmente cortá-lo da alimentação. Mas não é saudável excluir completamente esse nutriente da dieta, uma vez que ele é responsável por fornecer energia para o corpo. O seu consumo limitado pode levar a um estado metabólico chamado cetose, que causa dor de cabeça, fraqueza, desidratação, tontura, mau hálito e odor diferente na transpiração.

Ao cortar o carboidrato da alimentação, o corpo irá procurar outras fontes para fornecer energia, como a proteína ou a gordura. Dessa forma, haverá perda de massa magra, e não de gordura. Ou seja, perde-se músculos e ganha-se flacidez. Existem dois tipos básicos de carboidratos: o simples (refinados como pão francês, arroz e massa branca) e o complexo (integrais). O que muda entre eles não é o valor calórico, mas sim a qualidade. Os integrais dão maior sensação de saciedade e possuem fibras e vitaminas, sendo assim os mais indicados para quem quer emagrecer.

Uma alimentação equilibrada exige o consumo de carboidratos à noite para que o organismo possa funcionar bem. Se forem bem distribuídas ao longo do dia, as porções podem ser menores ou até cortadas nesse período, no caso das pessoas que desejam emagrecer.

À noite, o ideal é consumir carboidratos de baixo índice glicêmico, que não elevam rapidamente os níveis de açúcar no sangue, já que ao dormir ficamos um longo período em jejum. Como opções, invista no arroz sete cereais, quinua, pães, cereais e arroz integrais.

Para quem pratica exercícios, o carboidrato tem um papel ainda mais importante. O corredor deve sempre consumi-lo antes e após os treinos para garantir uma melhor performance. Nas atividades com mais de 1h de duração, é preciso ingerir géis durante a prática também. Confira as sugestões para melhorar o desempenho nas passadas:

Antes: prefira os carboidratos com baixo índice glicêmico, para não elevar a taxa de açúcar no sangue rapidamente durante a corrida. São boas opções: barrinhas de cereais, banana e pão integral com peito de peru.
Durante: consumir um sachê de carboidrato em gel a cada 30 ou 40 minutos de exercícios em treinos com mais de 1h de duração.
Depois: para ajudar na recuperação, é recomendado consumir carboidratos de rápida absorção como arroz, batata ou massas com molhos leves de tomates frescos e legumes.


Fonte: Vila Mulher

quarta-feira, 27 de abril de 2016

Farinha de maracujá emagrece e inibe absorção de gorduras


Feita a partir da casca do maracujá, esta farinha foi originariamente lançada no mercado com o objetivo de auxiliar no tratamento da diabetes, mas aos poucos ela mostrou que também impede o corpo de absorver toda a gordura consumida. a substância responsável é a pectina, encontrada em grande quantidade na casca branca da fruta.

A farinha de maracujá reduz a glicemia, devido à ação da fibra pectina. Além disso, diminui a absorção de carboidratos, o que previne a hiperglicemia. Hoje estudos mostram que a fibra presente atua também na diminuição da fome.

No estômago, a pectina forma um gel que não é digerido, provocando sensação de saciedade e levando a menor ingestão de alimentos na próxima refeição. Além disso, essa fibra ajuda a eliminar as toxinas do organismo, e contribui para a redução da absorção de gordura. Para obter bons resultados, é importante consumir pelo menos dois litros de água por dia. 

A ingestão diária ideal é de três colheres de sopa da farinha por dia, uma antes de cada refeição principal. Ela também pode ser misturada na comida, sucos e iogurtes. Além de possuir baixo índice calórico (uma colher de sopa de 10 g contém 47 kcal), a farinha de maracujá é fonte de vitaminas e minerais:

Niacina (vitamina B3): importante na produção de hormônios, melhora a ansiedade, ajuda no crescimento das crianças e protege as paredes do estômago.

Ferro: mineral importante e fundamental para o sangue, previne anemia.

Cálcio: mineral importante para o trabalho muscular que, além de prevenir a osteoporose, fortalece ossos e dentes.

Fósforo: fundamental para a saúde dos ossos, além de melhorar a memória, a oxigenação das células e a circulação.


Fonte: Bolsa de Mulher

segunda-feira, 25 de abril de 2016

Maionese nem sempre é vilã


Tem gente que, só de ouvir falar nela, chega a salivar. Geralmente, essa vontade de se deliciar com um bom punhado de maionese vem acompanhada por um suspiro de frustração: "Pena que faz tão mal". Essa pecha de vilã que o alimento carrega é, no entanto, um mito. O produto não é a bomba calórica cheia de colesterol que se imagina. 

Isso porque aqui no Brasil nossa referência é a maionese caseira, que realmente é muito rica em gordura. Nos Estados Unidos, a população tem consciência de que ele é um alimento pouco calórico e leve. Daí o fato de muita gente pensar que o molho deve ficar fora de um cardápio equilibrado. 

Veja abaixo o que é verdade e o que não passa de falácia sobre a maionese e aprenda a consumi-la de modo saudável. 

Quais são os ingredientes da maionese? 
Ela é composta principalmente por água e óleo, que se misturam na presença do ovo, o terceiro componente do molho. Entram ainda na sua fórmula suco de limão e condimentos, como sal, açúcar e mostarda. 

O óleo geralmente utilizado na sua preparação é o vegetal, que contém as gorduras consideradas boas para nosso organismo, como as poli e as monoinsaturadas. Elas não aumentam o LDL, o mau colesterol, como a versão saturada, sem falar que o tipo monoinsaturado ainda ajuda a aumentar o HDL, a faceta boa do colesterol. A famosa gordura trans, que pode trazer complicações cardiovasculares, não está presente nos óleos vegetais e, assim, não consta da receita da maionese. 

Por outro lado, há no molho lipídios bastante interessantes para nossa saúde: os ácidos graxos ômega-3 e ômega-6, gorduras essenciais para o nosso corpo e que não conseguimos produzir. Eles estão presentes em todas as marcas de maionese, por fazerem parte do óleo vegetal. O que geralmente varia é sua quantidade em cada uma delas, por causa do tipo de óleo usado. 

Quem quer perder peso também pode consumi-la? 
O maior problema para as pessoas que pretendem emagrecer não é a maionese em si, mas o que a acompanha à mesa. Um exemplo é o trio batata frita, sanduíche e bacon. Esses alimentos são lotados de calorias. Daí, não é de estranhar que devem ser evitados em uma dieta para afinar a silhueta. 

Vale lembrar que uma porção de maionese industrializada tradicional, que corresponde a uma colher de sopa, fornece apenas 40 kcal. O molho cai bem num sanduíche de atum, uma sugestão light para o final do dia.

Qual a diferença entre a maionese caseira e a industrializada? 
Todo mundo que já experimentou maionese feita em casa lambe os lábios: ela parece muito mais gostosa do que a industrializada. É verdade. Quando a gente consome mais gordura nota a diferença. E gordura é o que não falta na maionese caseira. O nutriente deixa os alimentos mais saborosos. Uma dieta como a hospitalar é considerada insossa porque é pobre em gordura. A maionese industrializada, no entanto, tem vantagens que tornam seu consumo muito mais recomendado. A primeira delas diz respeito justamente aos lipídios. O desenvolvimento tecnológico na indústria de alimentos permitiu que os ovos, utilizados no alimento para criar a liga entre água e óleo, pudessem ser substituídos. No lugar deles, os fabricantes utilizam amido modificado ou outro substituto, que não trazem gordura nem colesterol em sua composição, mas dão ao molho a consistência esperada. 

Outra vantagem é a forma de emprego dos ovos na maionese. Na caseira, eles são acrescentados crus à mistura, o que pode provocar a famosa salmonelose, mal causado pela bactéria salmonela, presente em produtos de origem animal. O risco de desenvolvimento da infecção é grande porque a maionese caseira fica muito tempo exposta à temperatura ambiente e é bastante manipulada. Não é à toa que sua uma validade seja pequena - de dois a três dias. A industrializada utiliza ovos pasteurizados. Hoje quase não se usa a maionese caseira em estabelecimentos comerciais, por conta da conscientização desses riscos e do aumento do rigor com controle de qualidade. 
  
A maionese é contra-indicada em algum caso? 
Apenas os diabéticos devem ser mais cautelosos com seu consumo. É que eles absorvem mais colesterol do que as outras pessoas devido a uma maior atividade de uma proteína responsável por essa tarefa. E a maionese industrializada fornece, em 1 colher de sopa, em torno de 98% menos colesterol que um ovo, tem pouquíssima gordura saturada e nada de gordura trans. Por isso, para os não diabéticos, o consumo está liberado - desde que não se cometam excessos, é claro.

Qual a diferença entre a maionese tradicional e a light? 
A diferença entre elas está apenas na quantidade de lipídios. A light tem mais substituto de gordura e água, o que, por sua vez, faz com que ela perca um pouco de sabor.

Qual seria a quantidade ideal de consumo da maionese para um adulto e uma criança? 
Não existe uma quantidade recomendada. A alimentação em geral deve ser equilibrada, com carboidratos, proteínas magras e gorduras de boa qualidade. Um lanche saudável pode combinar maionese com pão integral, folhas de alface, cenoura raladinha e um filé de frango grelhado. Outra alternativa é um sanduíche de maionese com uma carne assada ou ainda maionese com salada. 



Fonte: M de Mulher

quarta-feira, 20 de abril de 2016

Os benefícios da linhaça dourada


Da linhaça você provavelmente já ouviu falar. Mas e a linhaça dourada? Ela é comum em regiões onde o clima é mais frio, como o Canadá ou o Norte dos Estados Unidos, e tem um sabor mais suave. Já a marrom tem origem mediterrânea, mas as propriedades nutricionais são bem parecidas.

Além de ser uma ótima fonte de proteínas, minerais e vitaminas, o consumo da linhaça dourada eleva a defesa do organismo e suas propriedades antioxidantes reduzem o ritmo do envelhecimento das células. Por ser rica em fibras, ela colabora para o bom funcionamento do intestino, ajuda na redução do colesterol ruim e auxilia no emagrecimento, pois aumenta a sensação de saciedade.

A linhaça dourada é fonte natural dos ômegas 3 e 6, também encontrados em peixes como o salmão, que fortalecem os sistemas imunológico e nervoso, entre outros benefícios.  E tem mais: são aproximadamente 30 componentes anticancerígenos, sendo a lignina o principal deles. Ela ajuda a prevenir a formação de tumores como o de mama, de colo do útero e até mesmo de próstata.

O consumo contínuo da semente diminui as inflamações e, por isso, ela é indicada para quem tem gastrite, artrite e hepatite. Auxilia também o bom funcionamento do sistema cardiovascular e ajuda a regular a pressão sanguínea. Os rins também são beneficiados. A linhaça dourada evita a retenção de líquidos e outros possíveis problemas renais, além de controlar os níveis de açúcar no sangue, o que é ótimo para os diabéticos. A semente possui também a isoflavona, que colabora para mulheres que sofrem com a TPM e com a menopausa

A linhaça dourada pode ser encontrada em lojas de produtos naturais na forma de semente, farinha, óleo ou triturada e o ideal é consumir até 2 colheres de sopa da semente por dia. Ela deve ser triturada levemente no processador ou no liquidificador antes do consumo para trazer mais benefícios, pois a casca é de difícil digestão. Depois de triturada, é importante armazenar na geladeira em um pote escuro por até 5 dias. A linhaça pode ser inclusa em saladas, vitaminas, iogurtes, sucos e no preparo de um bolo, por exemplo. Vale toda a criatividade na hora de consumir.


Fonte: Universo Jatobá

segunda-feira, 18 de abril de 2016

Evite a azia com dicas simples


Sabe aquela sensação de queimação desconfortável no estômago, que aparece de vez em quando? É a azia, e ela incomoda muita gente com frequência.  A queimação que sobe do estômago até a garganta surge quando uma válvula do esôfago (“tubo” que liga a boca ao estômago) não funciona bem. As grávidas também são candidatas a sofrer com a queimação. Nos primeiros meses, ocorre uma alteração hormonal que favorece o retorno da acidez pelo mau funcionamento da válvula. Conforme a barriga cresce, há uma pressão que também colabora para que o conteúdo gástrico fique voltando até a garganta. Para acabar com este mal, algumas medidas devem ser tomadas. Confira as principais dúvidas e acabe com a azia:

O que fazer para minimizar a azia?

Antes de tudo é necessário consultar um médico para avaliar, fazer os exames necessários e, caso seja preciso, fazer uso de medicamento indicado pelo profissional. Ele também poderá ajudar na organização da dieta, e outros cuidados.  Normalmente, é preciso evitar alimentos gordurosos, evitar consumo frequente de café, chá preto, chocolate e refrigerante. Manter refeições em horários regulares – nada de jejum prolongado.  Alguns cuidados na rotina, como elevar a cabeceira da cama e para de fumar, também aliviam o sintoma. Excesso de peso pode aumentar a probabilidade dos sintomas.

Existe algo que se deve comer quando se está com azia para minimizar o problema?

Na verdade, há o que não se deve comer. As pessoas também podem usar o bom senso, identificar o que mais provoca o desconforto e evitar o consumo desses alimentos.  Deve-se ter cuidado com o leite, o que tanto falam que minimiza os sintomas da azia – o tal leitinho gelado. Na verdade, o consumo do leite deve ser avaliado. A bebida até tem o pH baixo, o que neutraliza a acidez estomacal; no entanto, é rica em cálcio - mineral que estimula a produção de ácido gástrico pelo estomago. Ou seja, o alívio é momentâneo. É bom conversar com seu médico.

Qual a influência da alimentação na ocorrência da azia?

Não só a alimentação como os hábitos ligados à alimentação influenciam na azia. Comer rápido, não mastigar direito, horários desregulados, tudo pode agravar. Outra coisa, quem exagera no prato também corre maior risco de ter azia. Quanto maior o volume de alimentos ingeridos de uma só vez, maior o risco que o suco gástrico atinja o esôfago. Outra coisa é o consumo de líquidos durante a refeição – deve ser evitado.

Como funciona a dieta para evitar a azia?

Seguindo as dicas acima é possível minimizar os desconfortos. Uma dieta saudável e balanceada é uma grande aliada. O consumo de verduras, legumes e frutas; e nada de alimentos condimentados e frituras.


sexta-feira, 15 de abril de 2016

Acrescente fibras ao seu dia a dia


Você sabe como consumir fibras no seu dia a dia? Esses nutrientes são peças-chave em uma série de mecanismos no nosso organismo. Eles aumentam o nosso poder de saciedade, ou seja, evitam que a gente sinta fome toda hora.

As fibras são divididas em dois grupos: solúveis e insolúveis. As fibras solúveis dissolvem-se na água, formam uma espécie de gel no estômago, retardam o esvaziamento gástrico e isso garante saciedade por mais tempo. Elas também diminuem a absorção de glicose e colesterol.

Já as fibras insolúveis não se dissolvem em água e ajudam no trato gastrointestinal. Elas atuam como agente laxativo. Por esses efeitos, previnem a constipação e hemorróidas e podem reduzir o risco de câncer de cólon.

Mas atenção: se você não tem o costume de beber muita água, cuidado ao consumir fibras, principalmente as insolúveis, porque elas precisam estar hidratadas para conseguir se movimentar pelo intestino. Sem água, em vez de efeito laxativo, o intestino vai ficar mais preso. Veja abaixo os alimentos ricos em fibras que você pode acrescentar à sua alimentação:

Gergelim: É muito rico em cálcio, manganês, ferro e cobre. Possui boa quantidade de fibras e proteínas. Além disso, o óleo instaurado presente no seu interior garante a melhora do colesterol sanguíneo. No conjunto de nutrientes o gergelim é um "amigo" da saúde óssea e do cérebro, por conter lectina e vitamina E. Eles melhoram o funcionamento do sistema nervoso e previnem a ação de radicais livres, fazendo a função de antioxidante.

Quinoa: Esse grão andino é riquíssimo em nutrientes. Além de proteínas possui os aminoácidos lisina e metionina, está presente somente em proteínas de origem animal como carne, frango e peixes e está relacionada à aprendizagem e memória. A quinoa não substitui a proteína animal, porque não contém vitamina B12, fundamental para o funcionamento do sistema nervoso. O grão também é boa fonte de triptofano, que está relacionado à sensação de prazer e relaxamento, e ainda contém mais fibras do que o arroz integral. Pode ser encontrada em grãos, flocos, farinhas e produtos como macarrão e pão. Por não conter glúten, é um bom alimento para portadores de doença celíaca ou intolerantes ao glúten.

Aveia: É rica em proteínas e fibras. As do tipo solúvel, presentes mais no farelo de aveia, são em sua grande parte de betaglucanas, que atuam diretamente na diminuição no colesterol ruim, ajudando na manutenção da saúde cardiovascular. E as insolúveis aceleram os movimentos do intestino e garantem seu funcionamento. Para a melhora do colesterol o consumo de farelo de aveia deve ficar em três colheres de sopa distribuídas ao longo do dia.

Linhaça: A semente de linhaça é uma boa fonte de vitaminas A, E, B1, B6, B12, potássio, sódio, magnésio, fósforo, ferro, cobre, zinco, manganês e selênio. Além disso, contém fibras alimentares (cerca de 1 colher de sopa apresente 4,3g de fibras - 18% da recomendação diária) que atuam na melhora da prisão de ventre e no controle da glicose e colesterol sanguíneos. Outro componente é o ômega 3, capaz de ajudar na manutenção de bons níveis de gorduras do sangue, na prevenção de doenças como o câncer, no controle do diabetes e do excesso de peso por seu ótimo poder anti-inflamatório. Para que sejam aproveitados todos os seus benefícios, a linhaça deve ser preferencialmente consumida na forma de farinha, pois a semente sai inteira nas fezes, só nos beneficiando com as fibras. Ao comprar a farinha, opte por embalagens vedadas à luz para garantir todos os benefícios da linhaça. A versão dourada ganha da marrom no quesito qualidade. A farinha de linhaça pode ser consumida com frutas, batidas com sucos, vitaminas, acrescentadas em bolos, em iogurtes, no final do cozimento do feijão ou de uma sopa. São recomendadas de duas a três colheres de sopa por dia.

Semente de chia: Possui boa quantidade de zinco, magnésio, cálcio, complexo B, cobre, potássio e antioxidantes (ácidos clorogênico e cafeico, mirecitina, quercitina e flavonóides) que ajudam no combate ao excesso de radicais livres, ligados a uma série de doenças como o câncer e o envelhecimento precoce. O componente principal é o ômega 3, ganhando da linhaça. É mais benéfica para quem quer perder peso, pois possui uma excelente quantidade de fibras solúveis e insolúveis (cerca de 40% de sua composição). A quantidade diária recomendada é de até duas colheres de sopa, que pode ser colocada nas frutas, batida com sucos, vitaminas misturadas ao iogurte ou até para dar um toque especial a um bolo.

Farinha de banana verde: É uma fonte importante de amido resistente que passa direto pelo intestino delgado e chega ao intestino grosso, onde é digerido pelas bactérias que o tem como um "alimento especial". O amido leva as bactérias a produzirem substâncias que são benéficas, tanto no intestino grosso, ajudando na manutenção da flora intestinal, como no organismo em geral. Estudos indicam que o consumo de amido resistente também atua na redução do colesterol. A farinha pode ser consumida com frutas, batidas com sucos de frutas, misturadas ao iogurte, em receitas de bolos, biscoitos, panquecas, no final do preparo do feijão, sopas etc. Se optar pelo consumo da biomassa de banana verde, ela pode ser batida com sucos, vitaminas ou acrescentadas em massas de bolos, biscoitos, panquecas etc. A quantidade diária recomendada é de uma ou duas colheres.


Fonte: Vila Mulher

quarta-feira, 13 de abril de 2016

Chá de abacaxi: diurético e ajuda a emagrecer



O abacaxi é rico em vitamina C e contém bromelina, poderosa enzima que facilita a digestão. Por essa razão, ajuda a deixar a barriga chapada. O chá reduz apetite, proporciona saciedade e é termogênico e diurético. A casca do abacaxi contém mais nutrientes que a parte cosmestível, assim, deve ser utilizada na preparação do chá. Veja a receita do chá de abacaxi, que tem apenas 40 kcal.

Ingredientes:

- Cascas de ½ abacaxi (cortadas em pedaços menores)
- ½ abacaxi (cortado em cubos pequenos)
- 1,2 litro de água
- 1 sachê de chá-preto
- Adoçante sucralose a gosto

Modo de fazer:

Ferva as cascas em 1 litro de água, por aproximadamente 10 minutos. Espere esfriar e descarte-as (opção mais leve) ou bata-as no liquidificador e coe (opção mais forte e mais nutritiva e eficiente). Reserve. Prepare o chá-preto adicionando ao sachê os 200 ml de água fervente e espere esfriar. Misture essas duas preparações somente quando ambas estiverem na temperatura ambiente. Depois disso, acrescente o abacaxi cortado e o adoçante a gosto e leve para gelar.



segunda-feira, 11 de abril de 2016

Carne de porco: saudável e amiga do coração


Se você evita a carne de porco na sua alimentação por considerá-la com alto teor de gorduras e transmissora de doenças, pode esquecer essa ideia. Os cortes magros da carne suína contêm menos de 10g de gordura, menos de 4,5g de gordura saturada e menos de 95mg de colesterol por porção de 100g. É o caso do lombo, tender, filé, pernil, paleta e costeleta.

Um segundo diferencial é que a gordura do porco costuma se concentrar na superfície da pele, sendo mais fácil de ser retirada com a faca durante o preparo na cozinha. O oposto ocorre com a carne de vaca, cuja gordura vem entrelaçada nas fibras do alimento.

O fantasma da cisticercose, doença causada pela ingestão dos ovos da Taenia solium, rondou a carne de porco por anos. Mas as técnicas atuais de criação dos animais reduziram o risco de contaminação pela doença — que também pode ser adquirida no consumo de carne bovina e de verduras e frutas mal lavadas. O porco, hoje, é confinado em lugares com temperatura ideal e piso de cimento. Resultado: ele não tem acesso à terra, melhorando as condições de higiene. Quando for preparar a carne, é fundamental cozinhá-la (ferver) para neutralizar qualquer possível parasita.

O que a carne de porco tem para dar e vender são nutrientes. Além de contar com ácidos graxos do tipo ômega 3, 6 e 9, ela disponibiliza minerais como selênio, fósforo, potássio, ferro, magnésio e zinco – este último responsável pelo fortalecimento da imunidade. Da turma de vitaminas, merecem destaque os tipos A, E e do complexo B. No caso da tiamina (vitamina B1), o valor chega a ser até 10 vezes superior ao encontrado na carne bovina. Para quem não sabe, o nutriente dá uma mãozinha na conversão de pães e massas em energia, além de atuar sobre o sistema neurológico. Uma porção pequena (85 g) de lombo supre aproximadamente 70% das necessidades diárias de tiamina num adulto.

O ideal é consumir duas porções pequenas (100 g a 150 g) de carnes por dia, sejam elas de boi, ave ou suína. No caso da carne de porco, os cortes que devem ser priorizados são os mais magrinhos, como o pernil assado (com 4,6 g de ácido graxo saturado) e o lombo assado (com 2,6 g).


Fonte: Viva Saúde

sexta-feira, 8 de abril de 2016

Leite de quinoa: opção nutritiva que ajuda a manter a forma


A quinoa é uma ótima fonte de carboidrato de baixo índice glicêmico (que demora mais tempo para ser transformado em açúcar), evitando a produção de insulina em excesso, reduzindo assim o estoque de gordurinhas. A quinoa também possui vitaminas (C, E e do complexo B) e sais minerais, como o ferro, magnésio, postássio, zinco e manganês.

O leite de quinoa, por ser de origem vegetal, também é indicado para pessoas que sofrem com a intolerância à lactose, além de ser mais fácil de digerir e não provoca reações intestinais, como gases ou distenção abdominal (“barriga inchada”). A bebida é fonte de cálcio, ferro e ácidos graxos como o ômega 3, além de ser rica em fibras. Inclusive, tem valor nutritivo muito semelhante ao do leite materno.

Ingredientes
  • 2 colheres de sopa de quinoa em grãos[
  • 250 ml de água 
Modo de preparo:
Coloque os grãos de quinoa na água, deixe ferver e jogue a água fora. Repita o procedimento, deixando a água ferver durante 15 minutos. Depois disso, liquidifique a quinoa com a água de seu cozimento e coe. A bebida vegetal dura três dias na geladeira.


Fontes: Bem Leve e Dra. Ana Rosa

quarta-feira, 6 de abril de 2016

Casca de maçã ajuda a emagrecer


Se você anda cortando fora a casca da maçã, é bom pensar duas vezes. Cientistas da Universidade de Iowa, nos EUA, descobriram que essa parte da fruta, além de ser abarrotada de fibras, é rica em ácido ursólico, um componente que auxilia no crescimento muscular e que aumenta a quantidade de gordura marrom no corpo. Como essa última é uma gordura boa para o organismo, encarregada de queimar o excesso de peso acumulado, o resultado é um efeito emagrecedor no corpo.

Além de afastar a obesidade, seria possível reduzir o risco de doenças decorrentes do quadro. A maçã também é rica em antioxidantes, substâncias que ajudam a prevenir processos inflamatórios e envelhecimento celular. Devido à sua ação cicatrizante, a maçã ainda protege contra gastrite. Por isso, pode consumir à vontade a fruta e a casca, que é lotada de fibras. Só não se esqueça de higienizá-la muito bem. 


Fonte: Dieta Já e Abril Saúde

segunda-feira, 4 de abril de 2016

Opções mais saudáveis para comer no cinema


Os fins de semana são mesmo uma delícia. Passeios não faltam para todos os gostos e, com cada um deles, comidinhas pouco saudáveis e muito tentadoras. Se você vai levar os seus filhos ao cinema, por exemplo, deve tomar cuidado com as guloseimas.

Pipoca e cinema são praticamente sinônimos para você? Pois é, essa é uma delícia mais do que ligada aos filmes, ainda mais quando o programa inclui a criançada. O problema da pipoca de microondas e do cinema é que elas são feitas com gordura hidrogenada, ou seja, gordura trans, a pior para nosso corpo. Mas se ela for feita sem ou com pouco óleo (de oliva) é uma excelente opção de lanche. Então, que tal preparar a versão saudável da guloseima antes de sair de casa?

Com as crianças, o ideal é passar longe daquelas vitrines com doces e salgadinhos cheios de sódio. Ofereça para os pequenos biscoitinhos integrais ou frutas picadas. Além de mais saudável, essa medida vai deixar o cineminha bem mais econômico.

Se te falta tempo para as preparações ou a vontade de assistir a um filme veio de repente, prefira comprar salgados assados, principalmente o pão de queijo, que não tem gorduras trans. E mais um alerta: a batata frita deve ser evitada.Justamente por ser frita, terá muita gordura trans em sua composição.


Fonte: Daqui Dali

sexta-feira, 1 de abril de 2016

Emagreça comendo batata doce


É difícil acreditar que algo que tenha a palavra doce no nome ajude a emagrecer. Pois essa batata originária da América Central auxilia a exterminar os quilos a mais com muita doçura. Pelo menos é o que mostra uma pesquisa da College of Agriculture and Life Sciences, nos Estados Unidos. O poder desse tubérculo se deve a seu baixo índice glicêmico, o famoso IG. Isso significa que ele é digerido de forma mais lenta e, portanto, dá mais saciedade, auxiliando no combate à obesidade. E, por liberar a glicose de forma gradual, evita que ela seja armazenada no corpo feito gordura.

Não à toa, graças à geração equilibrada de energia proporcionada pelo vegetal, a batata- doce é considerada o alimento dos atletas. Afinal, propicia que o açúcar seja absorvido na medida exata. Daí, o corpo não se vê obrigado a secretar doses exageradas de insulina, o hormônio responsável por botar esse combustível adocicado para dentro das células. Em outras palavras, a pessoa tem disposição de sobra para se exercitar. O ideal é consumi-la entre uma e duas horas antes da atividade física. 

A batata-doce é benéfica até para quem apresenta tendência ao diabete. Afinal, com a produção de insulina na dose certa, o pâncreas, encarregado de fabricá-la, não trabalha adoidado. Assim, o indivíduo não desenvolve resistência à substância, um fator por trás do tipo 2 da doença. O estudo americano ainda descobriu que a variedade Beauregard, que está chegando agora ao Brasil, tem o mesmo padrão proteico de suplementos vendidos até pouco tempo no exterior para controle da glicose no sangue de portadores do distúrbio. Diante dessas propriedades, ninguém deixará a batata-doce fora da lista de compras, não é mesmo? 

Na hora de comer

Evite prepará-la com óleos para não engordá-la. Para aproveitar melhor seus nutrientes, cozinhe-a com a casca. Assim, você desfruta das fibras. Adoce seu cardápio com o ingrediente de duas a três vezes por semana e complete o prato com proteínas.


Fonte: Abril Saúde