A Medicina Ortomolecular feita da maneira certa!

segunda-feira, 24 de março de 2014

4 dicas para ter a barriga chapada


Por mais milagrosa que uma dieta possa ser, sozinha ela não pode tirar aquele excesso de gordurinha localizada no abdome. Exercícios físicos também não ficam de fora (veja aqui o post sobre o assunto). É preciso aliar uma alimentação regrada a alguns truques que irei compartilhar com vocês hoje.

O primeiro passo para alcançar a barriga dos sonhos começa dentro da boca. Mastigar e processar bem os alimentos são essencial para atingir o objetivo. Quanto mais se mastiga, mais digestível fica o alimento, evitando o indesejado efeito estufado. Se não trituramos a comida de forma correta, sobrecarregamos o estômago e distendemos a região.

Outra dica valiosa é comer menos diversas vezes ao dia (o ideal é ser de 3 em 3h), pois o excesso aumenta o volume no estômago. O truque é diminuir a quantidade nas refeições e fazer pequenos lanches nas brechas. O ritual de fazer a refeição também faz toda a diferença: faça-o sem pressa, num ambiente calmo.

As fibras também são poderosas aliadas à barriguinha flat. Elas melhoram o trânsito intestinal, eliminando o efeito de abdome estufado. Você pode encontrá-las nas frutas, hortaliças e nos produtos integrais. Mas cuidado com o exagero! Consumir muitas fibras pode fazer o efeito reverso, ocasionando cólicas e inchaço. Um ótimo truque é beber bastante líquido durante o dia para eliminar o excesso.

Por fim, evite alimentos muito condimentados ou ricos em sal. O alto consumo de sal, como vimos em um outro post, retém a água e provoca inchaço no corpo. Os condimentos, por sua vez, irritam o intestino e aumentam a formação de gases. Azeitonas, anchovas, salgadinhos em geral, picles, carne seca, defumados e embutidos (salame, presunto, bacon), queijos salgados e muito temperados (gorgonzola, parmesão, roquefort), catchup e molhos prontos para saladas podem se tornar vilões para sua dieta.

E claro, não esqueça de aliar todas essas dícas com a prática de exercícios físicos. Assim, não tem como errar.


Fonte: Revista Saúde

Nenhum comentário:

Postar um comentário